Abstract
O presente artigo traz uma proposta de literatura comparada, em que pesem as aproximações e os afastamentos entre Euclides e todos os intelectuais cariocas e fluminenses que contribuíam para a viragem cultural (pré-) modernista, em finais de século XIX e início do século XX. Através de um passeio pela Ouvidor de Machado de Assis e pelos becos da Lapa de Lima Barreto, o texto visa a situar Euclides neste rescaldo intelectual carioca, que foi responsável direto pelas manifestações que mais tarde se fariam na Semana da Arte Moderna paulistana.

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